quarta-feira, 30 de março de 2011

O óculos ideal, como encontrar, uma identidade visual

Os óculos de sol sâo indispensáveis na vida moderna,tendo que atender a  três objetivos para conseguem unir o útil ao agradável, possuindo o papel de conforto para à vista em sol forte, também o proteger os olhos dos raios solares prejudiciais à saúde ocular e por fim o papel de acessório, dando um look complementando rosto e cabelos. A primeira lente escura de que há notícia foi uma lâmina verde do imperador Nero, no século I. Especula-se que ele era muito loiro ou até albino e, por causa dos olhos claros, não via bem as apresentações nas arenas.
O primeiro par de óculos com lentes escuras e armação,surgiu na Alemanha, no século XIII, mas era pesado e desconfortável. Foram os franceses, no século seguinte, que introduziram um novo design e o nome de pince-nez (pinça de nariz), porque ficava preso na ponta do nariz. O modelo com duas hastes laterais, como os atuais, só surgiu no século XVII, até o século XX era feito sempre com lentes verdes. Na década de 60, esse cristal, pesado, foi substituído pelo acrílico e pelo policarbonato.


Rosto redondo – o melhor modelo de óculos de sol são os de armação quadrada que valorizam seus traços impedindo que seu rosto fique muito redondo.
Rosto quadrado – é o contrario as armações redondas são as que melhor lhe caem pois valorizam seus traços e evita que seu rosto fique com aspecto muito quadrado.
Rosto Oval – as pessoas com esse formato de rosto são privilegiadas pois podem escolher qualquer modelo de óculos de sol que lhe cairá muito bem.
Rosto Alongado – os modelos que ficam melhor em seu rosto são os esportivos e os maxi grandes, eles dão uma valorizada em seus traços.

                                  

Reconhecendo seu tipo (formato) de rosto

Reconhecer seu tipo de rosto e um fundamental para diversas aplicações estéticas, maquilagem, cortes de cabelo, blusas e casacos, escolha de tipo de óculos e diversos tipos de  assessórios.


Do lado esquerdo, o rosto triangular tem mandíbula evidente , larga e quadrada. A teste é pequena e estreita. Mais comum em idosos e homens. No lado direito, o rosto hexagonal - o mais encontrado no meio das modelos. As laterais são retas como nos ovais, com bastante angulações.

À esquerda o formato do rosto redondo, com ar angelical e infantil. A teste e o queixo costumam ser um pouco menores, os olhos, um pouco espaçados. Do lado esquerdo, está o formato retangular, que tem linhas retas e transmite imagem de seriedade. O retangular é uma variação do quadrado, mas um pouco mais longo.

À esquerda, outra variação do hexagonal, mas com base reta e maçãs salientes. O rosto em formato losango, à direita, parece o triangular invertido e tem maçãs pronunciadas, quase nenhum definição no maxilar e queixo pequeno. A testa é a diferença porque é menos larga.

O rosto oval tem largura correspondente a dois terços do comprimento, com testa, linha do queixo e maçãs arredondadas. É o tipo mais feminino e delicado.











O rosto triangular invertido tem testa larga e mandíbula estreita. O queixo é pontudo, mas nem sempre pronunciado.


domingo, 27 de março de 2011

Corte de Cabelo Ideal Para o Formato do Seu Rosto


Primeiro de tudo, você precisa saber qual o formato do seu rosto, não adianta tentar definir um tipo de corte, sem antes saber isso. Mas já deixo a pergunta principal: Qual o formato do seu rosto?








Rosto oval: Esse tipo de rosto se caracteriza pelo fato do rosto ser mais largo na altura da bochecha se estreitando em direção ao queixo. Este tipo de rosto fica ótimo tanto com cabelos compridos ou curtos e pode ser usado com franjas.O rosto oval é considerado o ideal. Pense em um ovo e você têm a forma oval na mente. Sua testa e maxilar são quase da mesma largura, enquanto a cabeça/cume e o queixo terminam em pontos sutil/ delgado.
Esta forma pode usar qualquer estilo com elegância! Despenteado, repicado em camadas, com ou sem volume, comprido ou curto, apenas neste formato qualquer estilo servirá de forma equilibrada.
Entretanto, você deve levar em consideração as suas características faciais, ressaltando o seu melhor. Por exemplo, um rosto oval com um nariz grande pode ser melhorado com altura acima da testa, como um topete. Os estilos sem volume, lisos, farão um nariz grande parecer mais cheio e mais largo do que é.

Seu tipo de cabelo determinará também o melhor estilo. O formato do seu rosto é somente o ponto de partida.

Rosto redondo: São os rosto mais cheinhos que o ovalado.....O ideal para este tipo de rosto é esconder as curvas, por isso prefira o penteado liso e com pouco volume, cabelos longos para este tipo de rosto é o mais indicado. Caso decida pelo cabelo curto, o ideal é que ele não tenha volume.Você tem o rosto bem redondo? Seu rosto é circular, com um look cheio? O rosto redondo é mais curto e mais largo do que um rosto oval.

Neste caso o objetivo do seu hairstyle é criar uma aparência oval e afinar o rosto utilizando fios médios e longos. Promova a altura no alto da cabeça e não utilize cortes com muito volume nas laterais, bem como o estilo chanel. O comprimento do cabelo deve estar abaixo do queixo, podendo, em caso de cabelos lisos, ser desfiado em sua altura.
Ao procurar um estilo moderno clássico, o look despenteado é perfeito para um rosto redondo. Para aquelas com cabelo curto, os fios de "costeleta" suavizam e lisonjeiam o rosto.
Ao levar em consideração os traços do rosto, decida se você quer destacar seus olhos ou seu nariz. Uma franja pode acentuar seus olhos, enquanto um "topete" pode equilibrar a silhueta de seu nariz. Seu tipo de cabelo determinará também o melhor estilo.


Rosto Retangular: Este rosto assemelha-se ao rosto quadrado, porém a altura lateral do rosto é bem maior que a linha do quixo e testa. Para cortes de cabelos de rostos retangulares evite franjas compridas, pois elas irão ressaltar as linhas retas do rosto deixando o rosto excessivamente ‘quadrado’ e masculino.


Rosto quadrado: Combina com penteados volumosos com cachos soltos e naturais, em cortes compridos. Fique longe de cabelo muito liso e grudado no rosto visto que destaca o formato mais “duro” do rosto.


É caracterizado por possuirem um maxilar e uma testa larga, com menos distância entre as temporas e o queixo, comparativamente aos outros tipos de rosto. Isto dá-lhe uma aparência "compacta".
Suavize as bordas de seu rosto quadrado dirigindo uma franja com suave ondulado para baixo, sobre suas temporas. O estilo chanel com franja também é recomendado.
O cabelo longo deve ser abaixo dos ombros. Para o curto, mantenha o estilo de forma arredondada ao redor do rosto e elevado no alto da cabeça com por exemplo o uso de um topete ou outros cortes que dão volume nesta região.
O comprimento do cabelo deve ser acima ou abaixo da linha do maxilar e não nele. Insista sempre em camadas e nunca em um único comprimento ou dividido ao meio. Estes tipos acentuam os traços do rosto quadrado ao invés de suaviza-lo. Se puxado para cima, jogue com fios do cabelo em torno do rosto.


Rosto triangulo: O rosto triangular tem uma testa mais estreita e linha maxiliar ampla. Este formato é favorecido por estilos mais curtos e mais volumosos. Estilos curtos em camadas, com cachos e elevados no topo irão disponibilizar o equilíbrio necessário para este rosto.



Rosto Diamante: Esse rosto se caracteriza pela mandíbula pequena e maçã do rosto proeminente. Sendo as bochechas o que mais se destaca. Os cortes retos na altura dos ombros são ficam ótimos. Jamais opte por penteados carregados demais.Uma dica é acrescentar volume na parte superior do penteado com mechas de diferentes tamanhos, sem deixar que caiam sobre as bochechas.



Rosto Hexagonal: este rosto caracteriza-se por testa e queixo estreitos e maçãs acentuadas. São recomendados cortes com mechas em camadas que caem ao longo do rosto.

Rosto triangulo invertido: Combina com cabelo curto que tenha movimento, ou então deixe o cabelo até a altura do ombro e use franja de lado.

Você tem o rosto de coração? Então seu rosto é mais largo na testa, afilando-se no queixo, pequeno e pontudo. Procure alongar a área entre o queixo e seus lábios. Os rostos com formato de coração necessitam um estilo de suave ondulado. O comprimento na altura do queixo é perfeito. O objetivo é criar a largura em torno de seu queixo estreito. O melhor look: todo cacheado/ondulado.Você deve também levar em consideração os seus traços. A regra é valorizar o que você tem de mais bonito.
O cabelo escovado e dividido ao meio pode fazê-lo parecer mais longo e ressaltar os olhos, enquanto o cabelo abaixo do queixo deixa o rosto mais curto e faz o queixo parecer mais largo e arredondado. Para cabelos longos recomenda-se também repicar abaixo do queixo para se obter um leve volume nas laterais.
O tipo do cabelo pode também determinar o melhor look para o rosto triangular. As formas suavemente cheias trabalham melhor para quem possue traços suaves como boca ou nariz pequeno. Os estilos liso e reto podem deixar o rosto parecer menor, mais largo e arredondado. Sempre que possível, incorpore a característica natural do cabelo (cacheado, ondulado, ou reto) ao seu estilo.


O tabu homem não precisa se cuidar ja caiu faz tempo ...


Na sociedade contemporanea os homes esta ficando cada vez mais vaidosos onde ja inventaram um termo para isso metrossexual
Cortar cabelo e algo bem normal ,mas cortar lo de maneira adequada  exige conhecimento  ate de si mesmo.
estes fatores devem ser observados.
tipo de rosto e seu estilo pessoal.
Triangular: Possui uma fronte mais estreita e um maxilar grande. Na lateral da cabeça pode-se deixar o cabelo um pouco mais desfiado pois o volume na lateral salienta a testa que já é larga.
Redondo: A característica principal desse tipo de rosto é não possuir ângulos definidos e com tendência a ser mais largo na linha das maçãs-do-rosto e, com “cantos” mais suaves ao longo do maxilar e da fronte. Esse formato necessita ser alongado e o recurso é tirar volume das laterais. Na parte superior desfia-se o cabelo para dar a impressão de um rosto um pouco mais quadrado.


 Oval: São caracterizados por serem mais largos na região das maçãs-do-rosto, do que na fronte ou no maxilar. Apresenta-se levemente mais largo na linha das maçãs e, à medida que avança em direção ao queixo, estreita-se. Esse formato permite certos desleixos e um uma variedade maior de penteados em virtude da harmonia existente entre os traços.

Retangular: Possui uma fronte larga e um maxilar amplo. Pede cortes mais irregulares como por exemplo, tirando-se um pouco do comprimento e deixando-o mais desfiado.

Unhas da estação: as novidades do inverno 2011 tons Metálicos

O sombrio agressivo do  rock and roll não deve ser vinculado apenas pelo preto ultra basico

Isabeli Fontana, que lançou uma linha para a Risqué, cheia de tons metalizados. 

O clássico vermelho ganha cara nova, com uma pitada de pink.

A queridinha Chanel subiu à passarela apresentando a tendência fashion em grafite, que substituirá on tons perolados do verão. A grife acaba de lançar um esmalte batizado de Graphite, em prata metalizado.



1. Instant Dry Flashy Fuchsia, Sally Hansen, R$ 39,90. Brilho cintilante. 

2. Sweet Flavour Cherry, Big Universo, R$ 3. Vinho cremoso. 

3. Bikini, Avon Color Trend, R$ 2,60. Puro pink. 
4. Smoky Blue, Mavala, R$ 27. Azul-acinzentado. 
5. Royal Navy, Orly, R$ 30,50. Azul-metalizado. 
6. Na Mira 3D, Impala SPFW, R$ 4,65. Muito glitter.
7. Psico, Risqué Sweet Rock and Roll by Isabeli Fontana, R$ 2,75. Roxo-metálico. 
8. Timeless Gold, Dior, R$ 74. Com resinas que garantem maior durabilidade. 
9. Chumbo Glam DL, Datelli, R$ 9,90. Prateado-fosco. 
10. Óleo Fortalecedor de Unhas, Granado, R$ 25,35. Hidrata as cutículas. 
11. Black Pearl, Chanel, R$ 92. Com nuances azuladas. 
12. Very Important Platinum, M.A.C, R$ 45. Metálico escuro
Foto: Stills Gerson Bittar

O esmalte metalizado é a nova tendência das famosas!

Lily Allen, Beyoncé, Lady Gaga, Fergie e muitas outras já desfilaram com suas unhas metalizadas e nada discretas!







Lily Allen postou semana passada essa foto no seu Twitter pessoal. Foto:Divulgação



sábado, 26 de março de 2011

Cronologia da moda no brasil

CRONOLOGIA HISTÓRICA DA MODA BRASILEIRA (1951-2008)

1951
A revista O Cruzeiro publica a lista das “Dez mais elegantes” criada por Jacinto de Thormes.
1952
Assis Chateaubriand e a  fábrica Bangu organizam desfile em parceria com o estilista  francês Jacques
Fath na França. Danuza Leão é uma das modelos. No mesmo ano o estilista vem ao Brasil e usa tecidos
da Bangu para novas criações que são apresentadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.
Rui Spohr vai à Paris estudar moda na Chambre Sindicale  de la Couture Parisiense, entre seus colegas
estão Karl Lagerfeld e Yves Saint Laurent.
A revista Manchete traz na capa Danuza Leão e a legenda “Danuza conquista Paris”. Trata-se de nossa
primeira modelo de carreira internacional.
A estilista italiana Elsa Schiaparelli visita o Brasil.
1955
A Rhodia lança o náilon e passa a fabricar fios sintéticos no Brasil.
1956
Flávio de Carvalho "desfila" o  seu New Look no centro de São Paulo. O traje, conseqüência do artigo
"Moda de verão para a cidade" publicado no jornal Diário de São Paulo, é composto por um saiote com
pregas, blusa de náilon de mangas curtas e folgadas, chapéu transparente, meia arrastão e sandálias de
couro.
1957
Fundação da Associação Têxtil do Estado de São Paulo (ATESP).
O estilista Dener Pamplona de Abreu inaugura na praça da República, em São Paulo, seu primeiro ateliê.
Lançamento da revista feminina Jóia.
1958
Primeira edição da Feira Internacional da Indústria Têxtil (FENIT),  o  primeiro salão de moda a reunir
matéria-prima, maquinário e vestuário, assinalando o amadurecimento do setor têxtil.
A tecelagem Matarazzo-Boussac cria o Festival da Moda Brasileira. São oferecidos os prêmios Agulha de
Platina e Agulha de Ouro para os melhores costureiros e Sapatinho de Ouro para a melhor manequim.
As amigas Lucia Piva de Albuquerque e Lourdes Aranha dos Santos fundam a  loja de moda feminina
Daslu.
Otto Stupakoff começa a fotografar para a Rhodia.1959
Lançamento da revista Manequim, da  editora Abril. Trata-se da primeira revista  exclusivamente de
moda no Brasil.
1960
O paulista Clodovil Hernandes ganha a Agulha de Ouro de melhor estilista.
Alceu Penna desenha vestidos para evento promovido pela Rhodia e a revista O Cruzeiro, onde trabalha
desde 1933.
1961
Lançamento da revista Claudia, da editora Abril.
1962
Emilio Pucci, Ugo Castellana e Valentino participam da FENIT e apresentam modelos no Copacabana
Palace, no Rio de Janeiro.
Gilda Chataignier passa a escrever Passarela,  coluna feminina com ênfase em moda  publicada
diariamente no Jornal do Brasil.
1963
Em Roma ocorre o evento Moda Brasileira na Itália promovido pela Rhodia, o Instituto Brasileiro do Café
e a revista Manchete. Dener apresenta coleção prêt-à-porter.
Aos dezessete anos, Mila Moreira é contratada como modelo pela Rhodia.
1964
Ronaldo Esper monta ateliê após trabalhar na Casa Vogue, em São Paulo.
1965
É inaugurado no Rio de Janeiro o shopping center do Méier, o primeiro shopping brasileiro.
1966
Inauguração do shopping Iguatemi na cidade de São Paulo.
José Luiz Itajahy  cria a loja Bibba-Ipanema, no Rio de Janeiro, agitando o mercado nacional de prêt-à-
porter com sua moda contemporânea ao estilo da Carnaby Street, em Londres.
Lançamento da revista Figurino Moderno, da editora Vecchi.
1967
Eugenie Jeanne Villien introduz  a disciplina de desenho de moda nos cursos superiores de Desenho e
Plástica, na Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo.
Pierre Cardin vem ao Brasil apresentar modelos na FENIT.
Guilherme Guimarães cria o figurino de Danuza Leão para o filme Terra em Transe de Glauber Rocha.
1969
A Rhodia comemora 50 anos no Brasil, e apresenta seu maior show-desfile,  Stravaganza, na  FENIT. A
direção de arte é de Cyro Del Nero.
Lançamento da revista Desfile, da Bloch Editores, substituindo a revista Jóia.
Lançamento da revista Setenta, da editora Abril. Projeto ousado com ênfase em moda, contava com o
fotógrafo Antonio Guerreiro entre os colaboradores.
Clodovil propõe a criação da Câmara de Alta-Costura do Brasil.
Valentino vem ao Brasil e promove desfile.
1970
É criada a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT).Lívio Rangan cria o Clube Um, reunindo um grupo de dez tecelagens, vinte confecções. Por meio de uma
grande campanha publicitária o grupo reinventa a moda masculina no Brasil.
Marisa Alvarez Lima fotografa editorial de moda com Gal Costa, Gerald Thomas, e outros para a revista
A Cigarra.
Monique Evans começa a desfilar com catorze anos para a Socila, escola de etiqueta social que instruiu
muitas modelos cariocas.
1971
Zuzu Angel apresenta no consulado do Brasil em Nova York o “desfile-protesto”. O jornal americano The
Montreal Star Wednesday afirma se tratar da primeira coleção de moda politizada.
Inaugurada nova sede da tecelagem de luxo Santaconstancia.
Em Copacabana, Rio de Janeiro, Rose di Primo com dois triângulos de  jeans cria um dos mais famosos
modelos de biquíni brasileiro: a tanga.
1972
Paco Rabanne mostra coleção de laminados e acrílicos no Brasil na FENIT.
As empresas da indústria têxtil formam o Consórcio de Moda Brasileira em São Paulo, com a intenção de
organizar os eventos de moda.
Dener lança  sua autobiografia Dener, o luxo [reeditado  pela Cosac Naify, 2007]  e os três volumes do
Curso Básico de Corte e Costura Dener.
1973
A editora Abril lança Nova, edição brasileira da revista Cosmopolitan.
1974
O fotógrafo Miro viaja à França para estagiar na revista Elle e tem o primeiro contato com o mundo da
moda.
1975
É criado o  Grupo Moda Rio, primeiro núcleo organizado de estilistas com o objetivo de conseguir
patrocínios e divulgar a moda do Rio de Janeiro por meio de desfiles e eventos,  com foco em prêt-à-
porter.
Lançamento da edição brasileira da revista Vogue, pela Carta Editorial. Regina Guerreiro é a editora.
Lançamento do Noticiário da Moda, pela editora Abril. Fernando Louza começa a fotografar os desfiles
europeus para a revista.
O carioca Beto Brasil vai para Milão. É o primeiro modelo brasileiro a fazer carreira internacional.
1976
No Rio de Janeiro é criado o evento Janeiro Fashion para desfiles de prêt-à-porter.
Gilda Chataignier  cria o  Bureau de Style  que presta consultoria de moda e organiza cadernos de
tendências.
1977
Marco Angeli passa a ilustrar as capas da edição brasileira da revista Interview.
O francês Bernard funda a Bernard Models, em São Paulo.
1978
Com fotos de Luiz Garrido, Silvia Pfeifer estrela seu primeiro grande editorial para a edição brasileira da
revista L´Officiel.1979
Criação do  grupo  Coordenação Industrial Têxtil (CIT),  responsável pela organização de tendências de
estilo e cartelas de cores dirigidas às empresas têxteis. Passa a trazer ao Brasil Marie Rucki, diretora do
Studio Berçot, de Paris, para cursos anuais na Casa Rhodia.
Com música de Rita Lee e um jovem casal aos beijos se despindo em baixo da água, o anúncio televisivo
da grife Ellus, veiculado no ano anterior, ganha o prêmio Profissionais do Ano da TV Globo.
1980
É formado o Núcleo Paulista de Moda, do qual fazem parte Alcides, Armazém, Companhia Ilimitada, G.
Confecções  de Glória Coelho, Huis Clos,  Le Truc,  Rose Benedetti,  Zoomp, entre outros. Era o  prêt-à-
porter contemporâneo se estabelecendo.
1981
Lançamento da revista Moda Brasil, da Rio Gráfica Editora (futura editora Globo).
Betty Prado ganha o concurso Face of the 80´s (atual Supermodel of the World), promovido pela Ford
Models.
É criada a  Cooperativa de Trabalho Artesanal e de Costura da Rocinha Ltda.  (COOPA-ROCA)  no Rio de
Janeiro. C&A, M. Officer e Osklen são algumas das empresas que já trabalharam com a cooperativa.
1982
Lançamento da revista Claudia Moda, da editora Abril. Costanza Pascolato é a editora.
É formado o Grupo Mineiro de Moda (MG), composto por Artimanha, Art-Man, Patachou, Renato
Loureiro, entre outros. O grupo durou quinze anos.
É fundada a escola de corte e costura Sigbol, em São Paulo. Hoje sob o nome de Sigbol Fashion, é uma
escola de moda completa.
Luiz Tripolli fotografa campanha publicitária do jeans Pool.
A loja Fiorucci passa a vender os vestidos do estilista Markito.
Luiza Brunet torna-se modelo exclusiva da grife Dijon.
Vânia Toledo fotografa catálogo da Zoomp.
1983
Nilson Farias cria a feira de moda mineira Minas Mostra Mulher (MG).
1984
José Gayegos presta assessoria para  o Senai-Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (CETIQT),
no Rio de Janeiro,  na criação do curso de estilismo em  confecção  industrial, formando uma grade
exclusivamente para o design de moda.
Elisabeth Senneville, Jean-Paul Gaultier e Thierry Mugler apresentam suas coleções em São Paulo a
convite da Grendene, indústria de calçados.
1985
Lançamento da revista Moda Moldes, da editora Globo.
Bob Wolfenson passa a fotografar editoriais de moda para a Vogue.
Um grande concurso de modelos promovido pelas lojas Pernambucanas releva Gisele Zelauy.
A edição francesa da revista Marie Claire estampa na capa e em doze páginas a modelo brasileira Betty
Lago fotografada por Sarah Moon.
Claudia Liz fotografa editorial para a revista  Claudia Moda. Produzido por Costanza Pascolato e com
fotos de J.R. Duran, o ensaio ganha o prêmio Abril de melhor editorial do ano.
1986
É formado o Grupo São Paulo de Moda, com as marcas Forum, T.Machione, Tráfico e Tweed, além de
parte do extinto Núcleo Paulistano de Moda. É criada a Cooperativa de Moda de São Paulo, que  reúne Conrado Segreto, Flávia Fiorillo, Jum Nakao,
Maira Hilmmelstein, Marjorie Gueller, Silvie LeBlanc, Taisa Borges e Walter Rodrigues.
O fotógrafo Klaus Mitteldorf recebe pela terceira vez o prêmio Nikon Photo Contest International.
1987
É criado o primeiro curso de graduação em moda, na Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo.
Em parceria com a Rosset Tecidos é organizado o Grupo Moda Praia Rio.
Fundação da agência de modelos Class.
1988
Lançamento da edição brasileira da revista Elle, da editora Abril.
Patrícia Veiga torna-se coordenadora de moda do caderno Ela, do jornal O Globo.
Conrado Segreto é capa da revista Veja devido aos seus grandiosos desfiles.
1989
Carla Barros é eleita modelo do ano pelo prêmio Multifabril de Moda.
1990
A Universidade Anhembi Morumbi, de São Paulo, cria o curso superior Negócios da Moda.
Lançamento da edição brasileira da revista Marie Claire, da editora Globo, substituindo a  revista Moda
Brasil.
Dalma Callado, com 2.500 desfiles no currículo, encerra sua carreira. Era a modelo brasileira de maior
renome internacional.
Maraponga Mart Moda, pólo atacadista de moda, é criado a partir do Festival da Moda de Fortaleza (CE).
1991
A Universidade Paulista, em São Paulo, lança o terceiro curso superior de moda no Brasil.
1992
Acontece a Semana Leslie de Estilo (atual Fashion Rio) no Rio de Janeiro, comandada por Eloysa Simão.
Erika Palomino passa a escrever a coluna Noite Ilustrada no Jornal Folha de São Paulo.
O modelo brasileiro  Jens-Peter ganha a capa da Elle brasileira junto com a modelo Ondina, sendo um
dos raros modelos masculino a ilustrar a capa de uma revista feminina.
1993
É criado o curso de moda na Universidade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.
Fundação do Instituto Zuzu Angel de Moda (IZA), no Rio de Janeiro, entidade civil sem fins lucrativos, que
atualmente oferece cursos de moda em parceria com a Universidade Estácio de Sá, além de possuir
vasto acervo de roupas de estilistas brasileiros e internacionais.
1994
O Senac São Paulo assina convênio com a escola de moda francesa Esmod e lança, no ano seguinte, os
cursos de Estilismo e Modelagem.
É criado o curso de moda na Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza.
Primeiro Phytoervas Fashion, em São Paulo, evento criado por Paulo Borges e Cristiana Arcangeli, com
duas edições anuais até 1998, quando a marca foi vendida para um laboratório americano.
O diretor de arte Giovanni Bianco produz catálogo para a marca italiana Dolce & Gabbana.
Beto Lago e Jair Mercancini criam o  Mercado Mundo  Mix  trazendo à tona a moda  underground
brasileira.
1995
É criado o curso de moda na Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro.
Gui Paganini passa a fotografar editoriais de moda para a revista Elle.Lula Rodrigues torna-se diretor de arte e consultor do programa GNT Fashion.
1996
É criado o curso de moda na Universidade Estadual de Santa Catarina, em Florianópolis.
Primeira edição do Morumbi Fashion Brasil, em São Paulo.
Durante sessão de fotos  para o catálogo  de inverno da Forum,  Shirley Mallmann  conhece fotógrafa
alemã Ellen von Unwerth e inicia sua ascensão internacional.
Lançamento da revista World Fashion, da Link Editora, o público alvo são as indústrias têxteis.
1997
Primeira edição da Semana de Moda, atual Casa de Criadores, o evento  reúne jovens estilistas, criado
por André Hidalgo, em São Paulo.
A galeria Ouro Fino, na rua Augusta, em São Paulo, torna-se um centro de moda independente. Nas lojas
são vendidas roupas de Alexandre Herchcovitch, Escola de Divinos, Hell´s Club, A Mulher do Padre, Slam,
Sommer, entre outros.
São criados os cursos de moda na Universidade Estadual de Londrina e na Universidade Tuiuti, ambas no
Paraná, e na Universidade Regional de Blumenau, em Santa Catarina.
Lançamento da revista Costura Perfeita, da Cavemac. Periódico bimestral voltado para a indústria têxtil.
É criada a Agência de Promoção de Exportação e Investimentos (APEX-Brasil).
1998
É criado o Centro de Educação em Moda do Senac, em São Paulo.
É lançada a etiqueta  AMNI que certifica artigos produzidos com  náilon 6.6 da Rhodia,  uma das
patrocinadoras do São Paulo Fashion Week (SPFW).
1999
É criada a Associação Brasileira de Agências de Modelos (ABAM).
Gisele Bündchen recebe o prêmio de melhor modelo do ano no Vogue Fashion Awards, Nova York.
A modelo inglesa Kate Moss vem ao Brasil para desfilar coleção de verão da Ellus.
2000
A marca catarinense Colcci é adquirida pelo grupo Menegotti, atual AMC Têxtil. É o início da criação de
conglomerados de grifes no Brasil.
Lilian Pacce passa a comandar o programa televisivo GNT Fashion.
É publicado o primeiro ensaio de moda fotografado por Jacques Dequeker na Vogue Brasil.
O modelo Ivan Abujamra torna-se assistente do fotógrafo peruano Mario Testino, iniciando sua carreira
de fotógrafo.
2001
Décima edição do Morumbi Fashion Brasil, quando o evento passa a chamar-se São Paulo Fashion Week
(SPFW).
Primeiro Amni Hot Spot na Casa Rhodia, em  São Paulo, evento que incentiva novos talentos da moda.
É criado o Instituto Brasileiro de Moda (IBModa), instituição voltada exclusivamente à área de negócios
da moda.
O fotógrafo Miro volta a fotografar moda para uma edição especial da revista Vogue Homem.
2002
O diretor de arte Alex Wink cria o Studio AW, em São Paulo. O estúdio é um dos mais conceituados em
tratamento de imagem em moda e beleza.
2003
É criada a Associação Brasileira de Estilistas (ABEST).
É realizada a primeira edição do Festival Filme Fashion, idealizado por Alexandra Farah.Primeira edição do Floripa Fashion Donna, em Santa Catarina.  O evento reúne desfiles de marcas
catarinenses e de grandes grifes brasileiras.
2004
A AMC Têxtil compra a marca do estilista Marcelo Sommer.
2006
Relançamento da edição brasileira da revista L´Officiel, da Duetto Editorial.
2007
Ocorre no mês de junho a décima edição do Fashion Business, no Rio de Janeiro. Feira de negócios, que
acontece paralela ao Fashion Rio, reúne grandes marcas, pólos de moda  e designers. Na edição
seguinte, empresários brasileiros e de outros países movimentaram mais de 370  milhões de reais
durante o evento.
2008
A  holding  InBrands, detentora da Ellus e Ellus 2nd Floor, compra a grife Isabela Capeto. No mês de
agosto associa-se a Luminosidade, empresa responsável pelo  SPFW e pela revista MAG!, que conta com
edição de moda de Paulo Martinez.
A Francal, feira de calçados, acessórios de moda e maquinário, completa quarenta anos.

A historia da moda breve relato

Apartir do século XI, a economia agrícola e o comércio propiciaram o impulso das cidades. A miséria, as guerras e epidemias também intensificaram a composição urbana, porque concentraram fortunas e impulsionaram o enriquecimento de pequenos burgos. Posteriormente, o setor têxtil e o fluxo mercantil possibilitaram o intercâmbio de materiais diversificados: a seda do extremo Oriente, peles russas e escandinavas, algodão turco, sírio ou egípcio, plumas africanas. O câmbio de lãs de Flandres e da Inglaterra, linho da Alemanha, veludo da Itália também se fez com as feiras e o comércio marítimo. As matérias-primas seguiam às corporações de ofício especializadas, que cautelosamente costuravam as vestes sob medida para a clientela. O produto final deste percurso ia ao encontro do ideal de fineza e distinção da aristocracia.
Em fins da Idade Média, os éditos suntuários terminantemente impediam a plebe de bem vestir-se à moda, sendo essa cultura restrita à nobreza. Na última metade do século XIV, a moda passou por sua fase inaugural européia, ainda artesanal e reservada ao círculo da aristocracia. O traje bem cortado sinalizava o status político e econômico de quem o portava. Também durante os séculos XVI e XVII, as camadas sociais que se vestiam altivamente eram unicamente as abastadas economicamente. A partir do século XVIII nas cidades, os mercadores e artesãos também passaram a se vestir com certo requinte, relativamente reduzindo a distância para com os trajes suntuosos. Nos séculos XVIII e XIX, o comércio, os bancos e a burguesia fizeram surgir uma nova figura: o novo-rico, e com ele despontava um novo modo de se vestir.

O que e modelagem de vestuário

Modelar consiste na interpretação do modelo sobre a base, ou seja, na
concretização das idéias do designer de moda e das informações registradas na
ficha técnica do produto (SILVEIRA, 2006). A modelagem consiste na construção
do conjunto de moldes gabaritos, que reproduzem as formas e medidas do
corpo humano adaptadas ao estilo proposto pelo designer, que são executados
a partir da análise do desenho técnico e das demais especificações do projeto
(JONES, 2006).
Para executar a modelagem de peças do vestuário, os principais fatores
de referência são as formas, as medidas e movimentos do corpo humano. O
modelista deve interpretar corretamente as formas projetadas no desenho técnico
ou de estilo propostas pelo designer. De acordo com Araújo (1996, p.92), “os
modelistas são intérpretes de uma linguagem muito especial, baseada em desenhos
e anotações de estilistas”. O autor também salienta que o desenho deve ser
uma reprodução fiel da idéia original, incluindo pormenores estruturais, como
costuras, pregas, aberturas, botões, acessórios decorativos, entre outros, e ainda
conter anotações sobre pormenores como largura de fitas, o número de carreiras
de pontos, o tamanho de um decote ou bibe, a altura de uma bainha e afins.
As referências de medidas geralmente são adaptadas pelas empresas,
com base nas medidas médias de seu público-alvo. Geralmente, essas tabelas
de medidas não levam em consideração as medidas referenciais normalizadas,
o que traz dificuldades para os consumidores na hora da compra, pois produtos
similares, de marcas diferentes, nem sempre vestem o mesmo manequim. No
Brasil, as medidas referenciais, consideradas fundamentais para a construção do
vestuário, padronizam circunferências das partes do corpo para cada tamanho
e são apresentadas na norma NBR 13377 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT.
A modelagem é uma arte de medidas proporcionais. Além do conhecimento
das medidas do corpo, é preciso que o modelista tenha noções de ergonomia,
o que lhe permitirá a modelagem de roupas adaptadas à função do público
consumidor. O estudo dos movimentos do corpo pode orientar modificações na
modelagem, resultando num produto de qualidade superior (RADICETTI, 1999).
O conhecimento das características da anatomia humana, como as relacionadas à
simetria, forma e postura, também interfere no desenvolvimento da modelagem.
Poder valorizar ou diferenciar as formas, para vestir adequadamente uma mulher
adulta é um desafio para quem produz roupas, destacando-se a importância
Rev. Ciên. Empresariais da UNIPAR, Umuarama, v. 8, n. 1 e 2, p. 155-167, jan./dez. 2007